Oi,
minha gente!
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Que
come coxinha até ficar doente! Kkkkk’
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~~
Inventei agora. ~~
Como
hoje não vai tempo de fazer algo elaborado e delicia, resolvi postar um poema;
Joga
o poema aí!
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Não se mate
Carlos,
sossegue, o amor
é isso que você está vendo:
hoje beija,
é isso que você está vendo:
hoje beija,
amanhã não beija,
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depois de amanhã é domingo
e segunda-feira ninguém sabe
o que será.
~~ Parece um geminiano. ~~
Inútil
você resistir
ou mesmo suicidar-se.
ou mesmo suicidar-se.
Não se mate, oh não se mate,
reserve-se todo para
as bodas que ninguém sabe
quando virão,
se é que virão.
O amor,
Carlos, você telúrico,
a noite passou em você,
a noite passou em você,
e os recalques se sublimando,
lá dentro um barulho inefável,
rezas,
vitrolas,
santos que se persignam,
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anúncios do melhor sabão,
barulho que ninguém sabe
de quê, pra que.
Entretanto
você caminha
melancólico e vertical.
melancólico e vertical.
Você é a palmeira, você é o grito
que ninguém ouviu no teatro
e as luzes todas se apagam.
O amor no escuro, não, no claro,
é sempre triste, meu filho, Carlos,
mas não diga nada a ninguém,
ninguém sabe nem saberá.
– Carlos Drummond de Andrade
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