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domingo, 15 de dezembro de 2024

Fim de mais um Ano.

 Encarrego-me do cheiros e sons que um dia foram imemoráveis. 

Fico descrente ao perceber o quão o tempo passou. 

Meu rosto mudando com um mundo estável. 

Sam, meu cachorro, com barbicha branca, cobrindo todo seu rosto. Castiel, antes o mais novo, fará 5 anos, e começou a ficar com um barbicha mais branca, não igual o Sam. Ruby, já está completando 1 ano e 4 meses. 

E  o que mais incomoda, não é que o tempo está passando, mas é perceber o que fiz com ele.



Não o lembro.

É um borrado de ações, esquecimentos básicos de canseira trivial, com  um recheado de preocupações e ansiedade à deriva. 

E o que faço com esse embaralhado?

E os cheiros que uma vez senti emoção? E agora, é apenas um cheiro de tristeza. 
Canções que uma vez mexia comigo, hoje são lembranças amargas.
Aquele gosto, ou sabor, se preferir, que quero apreciar novamente, mesmo provado, não seria como eu o senti desde a primeira vez.


Não estou reclamando, pelo contrário, terá alguns sabores , cheiro, e canções novas para viver. Já que, não vivemos do passado, eles apenas dão uma base para nos tornar críticos. 

É só que, vivemos tanto no automático, que esquecemos nossas emoções, sensações, amigos, colegas, família... De nós.


Thainá Dominguês Benasse




15/12/2024


quarta-feira, 15 de abril de 2020

TENTE, se estabilizar.


Sem a negação de si mesma, procure-se se sentir estável.  TENTE;

Consigo ver através de seus olhos que sua paz foi tirada, e por simples covardia, pela falta de respeito ao termo``humano´´; questiono-te, você sabe o que é ser humano, ou se, o melhor é seguir o instinto de si mesmo para não criar justificativa para aquilo que você não é. Digo isso, pois foi criado humano fake.
O instinto de ser quem é remetido as leis éticas;  te prende no errôneo.  Louco, desumano, empático, dentre outros; Todavia, a pior coisa é saber que  a pessoa é tudo isso, só depois dela ter te iludido.
Essa sempre será a humanidade, que ao negar suas próprias verdades, se jogam nas suas próprias, e outras mentiras.
E aí que te pergunto... Onde está o senso nisso? Cadê a ideia de saber que mesmo no instinto e politicamente correto, temos que abranger o SENSO. O senso de cautelar nossos impulsos, ou, de agir com falsidade.
Cadê?

- Thainá Dominguês Benasse