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domingo, 15 de setembro de 2024

A solidão é a garoa?

Não sei mais, se a solidão é uma parte de mim, ou eu só quero que ela se ligue a mim.

Repito-me, com exatidão, incansavel, que não quero me comparar, ou pedir aceitação a ninguém. 

E reparo, que sempre posto uma foto, ou até então, minhas escritas, e musicas. E vejo que eu mesma preciso me provar para pessoas que nem a menos se importam com minha existencia; Sendo que, fazem o mesmo.




Tem-se uma diferença, eu até tento me encaixar, admito, mas eu me sinto tão agoniada com as exigencias infudadas de cada grupo, que desvio meu olhar para qualquer coisa que começo.

Não é cansar, é apenas, ridiculo. 

Ofensas a parte, essa é uma opinião minha. Nada pessoal com quem segue, e gostam de se sentir pertencido a grupos, minha critica seria para aqueles que fazem qualquer coisa para estar nele.

No meu caso, percebo que a solidão humana, a unica que me dá prazer, e alivio de consciencia. 

Nada a seguir, nada a se exigir, nada a se louvar, nada a pertencer.

Como uma garoa fina, e espessa. Você sente sua umidade, e parece que ela é inofensiva, e quando você vê, já está esopado. 

Não quero me sentir fora de controle, por querer sentir-me incluso a uma falsa comunidade.

Sejamos honestos, todos somos hipocritas e imperfeitos. 

A diferença que tenho coragem de dizer isso, e viver nisso. 

Mudança? Quero, no entanto, sei do meu passe, e procuro curar a mim mesma por dentro, mediante das minhas expectativas, e não a dos outros, dos quais, iriam me fazer tropeçar em uma falsa ilusão para seus agrados.

Então, que eu seja a garoa , e não quem se esopa com ela.Que eu seja inofensiva para mim, para no fundo, me afunda na minha propria solidão, e saber que nela, eu encontrei o conforto. Pelo menos, momentanêo. 

- Thainá Dominguês Benasse



10/08/2024

domingo, 27 de agosto de 2023

Hoje, prefiro a caneta.

 Peguei-me a refletir, a época em que não sabia das consequências dos meus atos, que, na verdade, não gostaria de saber. 

Lápis e borracha, era minha preferência quando pequena. Sabendo que, caso eu errar, a borracha estaria ali, acompanhada, pronta para tirar os erros que acabará de ser feitos.

Posso fazer uma analogia a minha vida na infância. Fadada a dependência dos meus pais. Tudo que escrevia de lápis, poderiam ser apagados pelos meus bons pais. Bem, não posso afirmar que hoje não dependendo de alguém, tanto que, sei que sou uma covarde por não tomar determinadas decisões, ou então, atitudes para mudar minha própria realidade, ou resolver meus problemas. Comparando-se a antes; a ser uma pessoa mais independente, não total, mais sim.

 O foco em si, é que, os rascunhos do lápis apagados, permaneceram, ou seja, as consequências daquela dependência. As cicatrizes que ficam a contragosto em minha língua. Por isso, ainda cometo os mesmos equívocos, e repito, as mesmas ações. 

Queria uma caneta. Nítida, decidida, que passe por cima das cicatrizes.

Demorei para me adaptar com a caneta. Hesitante ao escrever com ela. Não teria como apagar o que já foi escrito. E eu percebi, tarde mais, que qualquer coisa que escrevemos, principalmente hoje em dia, ficará para sempre.

Triste? Não sei. Talvez, nunca paramos para perceber o quão nossas ações podem prejudicar os outros, e a nós. No passado, e no agora.

E as cicatrizes, rascunhos, ainda ficam. Latejante na cabeça de alguns, e no sentimento de outros.

E eu quero a Caneta, não quero hesitar mais em meus feitos. No entanto, indago-me, porque ainda hesito em usá-la. Mesmo, passando tanto anos.


- Thainá Dominguês Benasse.





quinta-feira, 12 de agosto de 2021

BATIMENTOS

 

BATIMENTOS 

Quantos corações devemos ter?
Aqueles que ignoram o mal...
Aqueles que ajudam o mal...
Aqueles que combatem o mal...


Esses corações ficam aonde? Encravados na alma, ou no instinto?

Pergunto-me se chegará um dia em que a ciência irá descobrir a maioria das ações das pessoas.
Como aquelas que pregam a paz, todavia, espalham terror.
Questiono-me como combater essas categorias de batimentos que estão cheios pelos mundos.


A destruição pode-se vir em vários jeitos, tanto palavras ou ações, ao ponto de te enganar facilmente.
E seu coração age com a pretensão do que, e, porquê?

- Thainá Dominguês Benasse

 

domingo, 4 de julho de 2021

Emaranhado de Linhas

 

Emaranhado de Linhas



Era crochê? Era bordado? Não sabemos. Só sabemos que as linhas estavam tão fixas, tão certas... Todavia, houve um enroscar, um feito no tecido. Desfiou, formaram-se bolinhas, e interrompeu o percurso...

Estou sendo impedida? Será uma aprendizagem?

Vamos pensar sobre...

Apesar dos desafios dessa pequena avalanche de plumas, essa parada fez-me refletir.

‘’ O que somos da vida, a não ser o que fazemos dela?’’

Isso é realmente doloroso. O que poderia fazer quando o que realmente eu quero alcançar, demanda a ida de minha essência? A mudança dela? Ou será que todos estamos suscetíveis a aprimora-la e mostrar mais como somos ao lidar com a vida?

Não sei... apenas sabemos que nesse momento, essas linhas estão me devorando... De um jeito, terrivelmente desnecessário, a meu ver.

O que não sabemos se seriam ao ver de todos.

- TDB.




quarta-feira, 5 de fevereiro de 2020

Batalhe-te.


Boa noite, meus amores!
Como vocês estão meus queridos?
Bem, eu queria dizer a vocês que estarei um pouco presente, entretanto tentarei ao máximo postar coisas.
Obrigada por me lerem, sim, por me lerem por inteira, isso significa tudo para quem escreve.
ARIGATOU! :3


BATALHA-TE

As vezes o significado do medo pode ser muito, para alguns é motivação, para outros é um prisão para se manter uma rotina ''incansável''. 

Prendem muitos, faze-os escravos; 

‘’ Lutai-vos pelo conforto, mas não saiam dele’’.

Meu primeiro trabalho, já me deixou inspirada, recebi o livro:
‘’ Quem mexeu no meu Queijo?’’; até fiz uma postagem sobre quando o li. ( FIZ AQUI).

Pois então, irei arriscar em cada momento da minha vida para ter a felicidade que eu mesma conquistei.
Pulem, o quanto mais alto puder. Caiam, no mesmo tanto. Você aprende que existem maneiras de não doer logo que se assenta ao chão.

A terra é fofa; macia, pode-se plantar ali. O broto do presente equivale árvores do futuro.

Não espere um talvez, e faça acontecerem um SIM.

As más línguas tentaram te destruir por capricho, apesar disso, você é dono do seu caminho, faça dele flores, ou capim. Cabe a você o transformar, e não irá depender dos outros que lhe faz mal.

Então, reme; caminhe; corra; viva... Viva o quanto puder para alcançar seus objetivos.

Desejo-lhe SORTE.

- Thainá Dominguês Benasse



sexta-feira, 20 de setembro de 2019

E as Campinas?


Tremulo. É como me defini ao fugir de um martírio. Sendo domado pelos outros; em busca de ideais somente deles. Um estabulo.

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Sem mencionar que ao nos revoltávamos eram dada as famosas chicotadas;

‘’Porque deveria continuar a apanhar por um querer alheios?’’

Fugi. Nas campinas mais verde e mais dócil, como pensava. Enganei-me.
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Firmei-me ao solo a admirar a paisagem, quando percebi que para eu ter de ficar naquele solo, deveria sobreviver.  
Ecoou um relincho; Frustração.
E nisto, com meus belos pelos negros, com meu instinto, eu visualizei somente mais uma coisa.
 A venda da minha liberdade para a sobrevivência de outrem.
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Percebi que a fuga de um tormento por outro é que a diferença seria que levaria uma luta pela minha vida, só minha.
No fim, suscitei que a liberdade é fajuta quando se é imposto um sistema tão injusto como os fora criado.
Hoje, eu sou um cavalo nômade... Sei que o diferencial no social não o fiz, porém quebrei as correntes da minha vida.
Amenos isso.
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Subirão em meu dorso aqueles tem a honra, e outrem que eu preciso permanecer aqui. Em poeira.
Poético e melancólico. Não... Ou sim? Só sei que é a realidade de muitos como eu.
Bem-vindo ao mundo real. Corra... Não engula, alias terra.


- Thainá Dominguês Benasse
Obras de arte:
> Jonna Lamminaho <

segunda-feira, 15 de julho de 2019

GRIFA TEXTO SUJO

Grifa Texto Sujo
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Peguei o grifa texto. Grifei. Refleti.

‘’Isso mesmo? É importante?’’

Era uma indagação perigosa;

‘’O que é importante para mim, será valioso para meu futuro?’’

‘’ Pode-se dizer que há vários destaques na vida de cada um, e depende de como vemos. Porém, é triste a maneira que todos são hipócritas o suficiente para ditar regras que nem eles acham que é certo. Ou nem seguem. ‘’
asaka-rei:  Oniisama e…, episode 8: “I Want You”

Grifei: *A cidade se encontrava perdida; Como a mente de todos.*

‘’ Quantas verdades foram perdidas como essa cidade?’’

‘’ Quantas vezes terei que rever meus feitos perante aos dos outros?’’

‘’ A união faz a força? Ou a burrice dela?’’

‘’ As questões são múltiplas do pensar. ’’

Levantei-me ao partir de minha escrivaninha, estendi meus olhos no vago rumo da janela pendida a pedir por uma chuva nessa imensidão de seco. Esturricado; Nebuloso deserto de almas confusas.
#anime

- Hey, a chuva que peço Deus não é aquela que é a Verdade absoluta, porque sei que não existe... Mas, a verdade que faz dos outros não se aquietarem... Aquela que veriam a procurar. Não aquelas que são aceitas Vagamente;Cegamente; Tristemente.

‘’ Por quanto tempo terei que ver pela janela pendida?’’

- End?


Frase extra:

‘’Às vezes queria que o tempo acompanhasse minhas pernas, talvez, elas não aguentem mais.’’
  "Livros são um sonho que se pode tocar com as mãos." ❤ 
Obrigada pessoal por lerem, sei que estou um pouco sumida, mas prometo dedicar-me mais.
Adeus. Beijinhos.
- Thainá Dominguês Benasse

quarta-feira, 22 de maio de 2019

Euforia


Oláaa, blogueirinhos! Como vocês estão!
Fazia um tempo que não ‘’recepcionava’’ vocês, não?
Então, vim agradecer vocês por todo apoio que vocês dão de tirar um pedacinho do tempo de vocês, e vir aqui! É de tamanha estima isso.
Bem, perante uma frase, quero dizer à vocês, o que realmente expresso em minhas postagens, e mesmo que o significado delas.

‘’ Os caminhos que traço pelas linhas que escrevo talvez não seja de tamanha utilidade para alguns, todavia, mostro como lido diante delas. Entrego-lhe a ti, a minha visão da vida. Pegue.‘’
Pois é pessoal, quero o melhor para vocês meus queridos leitores! Um beijo!
Euforia

Na euforia dos pensamentos, a cada abafada de desilusões, ele corria sem medo.
O desvio que surgia em sua vida era como se não bastassem seus esforços... Mesmo assim, ele seguia sem fluxo do tempo, onde o amanhecer nem valia a pena ver.
A madrugada castigava sua pele, a umidade preenchia seus pulmões, e tudo que ele via era tão clara. Não... Ele precisava ver tudo tão claro.
Nunca houve tanta certeza em cada passo que ele dava... As curvas se tornaram maiores, mas sua destreza já era apta.
Porque na vida, ele sabia, que nada nasce do nada, a conquista esta nos sentimentos que carregamos, na herança das experiências... E é claro, na alma em que habitamos.
‘’ Corra... agora e sempre.’’ – dizia a si mesmo.

ARTISTAS:
>> STELARI <<

- Thainá Dominguês Benasse


quinta-feira, 2 de maio de 2019

A Xícara de Leite


 GarrafaGarrafa
Está ao ponto. – ela buscou ar para falar, sentando assim ao lado dele na varanda amadeirada.

- Obrigado. – ele virou-se para ela para pegar o leite aquecido. Seu sorriso era de um fraco bom, do cansado ótimo.

A varanda onde eles estavam era silenciosa, abaixo de seus pés havia um riacho artificial, mas de águas verdadeiras.
I just came by to say HI.
#pascalcampion
- Porque do suspiro? – indagou-a.

- De alivio. – desta vez foi o sorriso dela que apareceu; aos seus olhos amendoados castanhos a encara-lo. – O leite é quente como sua presença, por isso.

- Cremoso também? – refutou.

- Com certeza! Na minha língua faz cocegas, em meu coração provoca nuvens, e na minha mente, ele esfria. – ainda o encarava; despudora.
- Sua mente... Ele se esfria? Interessante. – sorriu e desviou-se do olhar penetre para sua xícara mediana leitosa. – Sei o motivo.
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- Compreende? – fechou seus olhos a dar um riso cálido, furtivamente ele a observava.

- Sim. Eu reparo em cada detalhe seu, mesmo você não percebendo. Permita-me explicar? -- com um murmuro aprovador; continuou. – Você quis dizer que sua mente esta tão certa dos  efeitos que o leite lhe causa… Sendo assim, já não tem mais impacto, e sim, uma certeza. – acariciou seu próprio queixo.

- Bingo, boy. – inclinou-se bem em seu rosto; provocativa. Com um movimento, colocou sua cabeça sobre seu colo. – Achou que eu ia te beijar? – quase como um sussurro; rouco e sexy.
- Como eu disse, eu te conheço. – desta vez abaixou sua cabeça e a beijou.
‘’Em meio aquela noite fresca, momentos assim o fazem únicos. Não precisa de glamour no que vivenciamos... Precisa-se do real. ’’ -- escreveu o seu passado para os futuros eu’s.

- Thainá Dominguês Benasse
Dedicatória Imagens:
>> Beomjin Kim <<