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quinta-feira, 22 de março de 2018

Luna- A Jornada Peculiar- Parte 3



Depois de dois dias, Stella adiantará seu trabalho para fazer tal exploração, e a noites frustrada por não ter liberdade de escolha.
No dia...
- Prazer em conhecê-los, eu serei o mediador responsável por essa tarefa. Sou Loréo. – apresentou-se a todos com um reverencia.

- Bem, pessoal... Já que vamos passar 1 dia e meio juntos poderíamos fazer um jogo para nós conhecermos. – sugeriu ignorando totalmente apresentação de Loréo. Olhou-o com desdém e disse. – Você... Não. – deu um sorriso maldoso.

- Não, obrigado. – Derek se virou e foi arrumar suas coisas na cabine apertada.
- Não seja tímido. – Pietro o puxou. – Olha que mulher linda, vamos deixar de conhecê-la? – sussurrou.

- Então a conheça sozinho. – arfou.
- Você é homossexual? – um ar frio nasceu nas espinhas dos dois.

- Ah! – bradou Pietro.
- Ora, ora... O destemido Comandante com medo de mim? – riu Luca. – Bem, se não tem nada em particular a fazer, vamos jogar. – fez um gesto com a cabeça para ir ao centro da nave.
- Primeiramente, vamos nos apresentar. Meu nome é Stella, Biológicas, tenho 24 anos. – e então indicou o próximo.
- Meu nome é Violette, Policial, 19 anos. – ergueu sua pequena mão.
- Derek, 27 anos.
- E seu departamento? – indagou Stella, curiosa.
- Importa? – Pietro o cutucou.

- Ele é meu braço direito.
- Por isso, se acha a última estrela do universo, ele quer atenção. – suspirou e fitou-o com descaso.
- Mais que você que fica fazendo esse joguinho idiota? – sorriu irônico.
- Se você acha isso, fazer o que... Estou sendo sincera quanto minhas atitudes, já reparou nas suas? – ergueu uma sobrancelha. Seu cabelo era grande, cobrindo a indignação dele.

- Feroz. – assobiou Loréo entrando na pequena roda. – Vamos continuar? – propôs sentando ao lado de Stella.
-Hey, sai de perto. Quem te chamou? – bradou.
- Você, mentalmente. – flertou Loréo.
- Nem vem. – revirou os olhos, e ele sorriu.
- Pietro, Comandante, 27 anos de pura beleza. – puxou seus cabelos brancos para trás.
- Matheus, Departamento de Engenharia, 24 anos, venho representando o folgado do Edward. – sorveu uma xicara de chá.
- Você, aqui... – Pietro fez uma expressão de irritado.
- Luca, Médico geral, 28 anos. Ah... Eu sou gay. – piscou para Pietro que fazendo-o tremer.
- Vamos nos darmos bem! – sorriu embaraçada. – Deixaremos as diferenças de lado, e iremos nos conhecer de novo. – encarou Derek e Loréo.
O jogo se baseava em uma máquina que identificava a verdade, se caso a pessoa contasse mentira de si, um desafio era imposto.
- Já que foi você quem deu ideia, comece. – falou Luca.
- Traidor. – resmungou entre os dentes.
- Então diga, Stella, por que escolheu está profissão? – indagou Loréo.
- Como bem sabem... As ameaças biológicas não são brincadeira. Todavia, não foi este o único motivo de minha escolha. Foi à comida.
- Entendo... – disse Derek com um sorriso termo nos lábios. –Você escolheu isso por medo dos outros no futuro passarem fome.
- Não, não foi algo nobre. Foi por mim e minha família, tinha medo que passaríamos fome no futuro. – proferiu com delicadeza. – Como uma garantia escolhi isso. – Derek a comtemplou. – Além disso, eu sou de Luna mesmo. – finalizou.
- Acho que não precisaremos da máquina. – lembrou Matheus.
- Em um período que conversar atoas era raras, um desabafo faz bem. – Loréo murmurou para si.
- Bem, e você? – questionou Violette.
- Escolhi Engenharia por que construir e fortificar não apenas estruturas físicas, mas mentais. – seu intelecto era gigantesco, por isso era arrogante.
- Mentais? – a pequena interessou-se.
- Sim. Muitas pessoas precisavam da segurança da cúpula para se sentir seguras contra invasões. Além de dar a base, eu previno doenças, né Doutor Luca?
- De fato, meu jovem rubro.
- Sua vez. – apontou o Engenheiro para a Policial.
- Não foi nobre também. Diria que eu queria reconhecimento dos meus pais, que um desconhecido teve e eu não. – mexeu em suas unhas.
Derek sabia que havia certo ciúme da parte de Violette, quando pequeno ele teve que morar com seus tios em Luna, os pais da Violette.
- Pessoal, eles são primos. – explicou Pietro deixando-a constrangida. Todos se entreolharam.
- Não é exagero... Todos os seres humanos precisam de atenção. – disse Loréo ao relembrar sua juventude. - Entrei no Direito, pois queria dar assistência para quem é oprimido pelos ricos, no fim, um advogado não tem lado bom ou ruim. – remexeu os ombros. Inevitavelmente, Stella olhou-o de relance.
- Acho que a beleza está no esforço, e você tem essa essência de beleza. – proferiu Matheus com zelo. Todos o observaram o deixando constrangido.
- Eu tornei-me... Hey, por que ninguém está prestando atenção em mim? – exclamou Pietro indignado, todos estavam conversando entre si.
- Eu presto. – piscou Luca. Estremeceu-se novamente.
*
Com um bater de palmas, Stella focou atenção em si.
- Que tal um vinho? Peguei em um drone vindo da Terra... Que fica entre nós– sorriu elevando a garrafa.
- Que muita coisa fique aqui... – proferiu o coral. Analisando de longe, Stella queria saber do Policial quieto.
- E quanto a você? – Stella se aproximou de Derek com uma taça.
-Ficou interessada em mim? – encarou os lábios dela. Intimidante.
- Fiquei. Você é charmoso quando a boca está fechada. – debochou dele. Ele remexeu a taça mirando o liquido. – Se não quiser contar sua história tudo bem. – ao falar isso, o foco de todos foi para eles. Com uma golada, sorveu todo o seu vinho o fazendo suspirar.
- Bem, quando adolescente morava na Terra, e queria proteger tudo isso, então decidi vir para Luna. Luna pode ser um recomeço para muitos, mas para mim é um lembrete de que precisamos estar sempre alerta. Aqueles, os povos de outros mundos, sempre estão ao canto, esperando uma oportunidade de conquista. – finalizou surpreso pela facilidade ao falar algo pessoal.
-Nobre... – fascinou Stella.
- Pietro me ajudou com essa jornada, eu era um perdido. Digo, um rebelde. Então, o mais nobre seria ele. – apontou com a taça para o Comandante, que se endireitou. Todos focaram nele. –Se não fosse por ele... – sorriu afavelmente para o amigo.
- Vem aqui, seu Rabugento! – deu-lhe um abraço.
-Sai. – colocou sua grande mão na cara de Pietro.
- Vocês são engraçados! – gargalhou a loura.
Depois de se conhecerem e tagarelarem por um bom tempo, eles notaram algo em comum, como a dependência de um alguém. Lutando por uma boa causa.

causa.
-Thainá Dominguês



 Benasse 


-Consideração-
Obras de artes: 

9jedit



segunda-feira, 12 de junho de 2017

Parque Górki - Enregelado

Diálogo entre Irina e Arkádi.
Resultado de imagem para irina and arkady park gorky
- ... Afinal já nascemos mortos.
- Onde você tira essas bobagens?
- Sabe qual é o ‘’dilema siberiano’’?
- Não.
- É uma opção entre dois meios de se congelar. 
Estávamos pescando num lago, através do gelo, quando um professor nosso caiu na água. Não afundou muito, ficou mergulhado só até o pescoço. 
Mas sabíamos o que estava acontecendo. 
Resultado de imagem para morrendo congelado
Se ficasse na água, ele se congelaria até a morte em 30 ou 40 segundos. Se o tirássemos, ele se congelaria até a morte imediatamente... para ser mais precisa, viraria gelo. 
Resultado de imagem para morrendo congelado
Lembro que era um professor de ginastica. Era um evenki, o único nativo entre os professores, jovem, todos gostavam dele. 
Todos ficamos um círculo em torno do buraco, segurando nossos caniços e peixes. A temperatura era em torno de 40 abaixo de 0, um dia claro de sol. 

Ele tinha mulher, que era dentista. Ela não estava lá.

 Ele ficou nos olhando, e jamais esquecerei sua expressão. Não devia estar na água há mais de 5 segundos quando saiu sozinho do buraco.

- E o que aconteceu?
- Estava morto antes de ficar de pé. Mas, saiu, e isso foi o mais importante. Não queria simplesmente esperar para morrer.
- LIVRO - PARQUE GÓRKI.

 

segunda-feira, 1 de agosto de 2016

Hapto para sua Própria Mudança?


Hello , Everyone!

Como vocês estão?

Eu estou muito bem! Acabei de chegar da academia, e me esgotei lá.

Quando pulei no JUMP, não só meu corpo que saltou,

Como minhas frustrações que se desvaio.

Uma dica, exercícios físicos não é só para o corpo, como exercitar seu cérebro.


UM BEIJU! E BORA!

Como hoje é o dia mundial do Selo Brasileiro!

E me deu uma ideia!
Uma carta para os meus leitores...
Caro, leitor.
my lovely thing:
Escrevo-te por meio desta, com motivos esclarecedores.
Esclareço sua vida. Irei começar com um livro.
~Bookish~:
Peguei-o na mão, e li seu titulo fora do comum.
‘’ Quem mexeu no meu queijo?’’
Pensei comigo. Que absurdo. Deve ser muito sem noção.
Eu...:
Quando comecei a ler palavra por palavra. 
O sentido já veio tona.
Caminhos que não via abriu-se em plenos olhos nus meus.

O ‘’queijo’’ que procuramos sempre está em mudanças. Só temos que nos adaptarmos a ela. 

E não acomodar jamais.
Ou seja, a vida é sinônimo de mudança.
♥:
Às vezes nosso medo nos paralisa. É bom sentir medo para saber onde é perigoso. Desde que ele não te imobilize de viver.

Não tenha medo do diferente. Tenha medo de você ser igual.

Faça essa pergunta para si mesmo :
‘’ O que eu faria se não tivesse medo?’’

O que você faria? O que comeria? O que beberia? No que se aventuraria? No que correria atrás? Amor...? Sucesso? O que te    faz movimentar?  
"Headband. Little study from photo in Japanese magazine" -- Ilya Kuvshinov / kr0npr1nz:
Não fique na espera por uma variável. Se você não saí do mesmo lugar.

Seu queijo tem que ser conquistado.

Atenciosamente,
Thainá Dominguês 
Benasse.